sábado, 29 de janeiro de 2011

DANÇA CONTEMPORÂNEA

A dança contemporânea rompe com as molduras clássicas. Não tem técnicas específicas nem um "corpo ideal". Inova nas temáticas e na relação com os espaços e outras artes.
A dança contemporânea surge nos anos 60 nos EUA. Nasce no seguimento da dança moderna, na medida em que pretende também romper com os moldes rígidos da dança clássica.
A dança contemporânea é também profícua em relações com outras artes, desde o vídeo, às artes plásticas, à música ou à fotografia. A vertente da vídeodança é um dos géneros híbridos que surgiu nos últimos anos.
"A dança moderna, em relação à clássica, foi uma forma de libertação do bailarino, de expressar mais os sentimentos das pessoas e não apenas histórias. A dança contemporânea surge também nesse contexto", explica Catarina Marques, antiga bailarina e aluna do Ginasiano Escola de Dança, de Gaia.
Apesar do forte paralelismo, a dança contemporânea diferencia-se da moderna por não obedecer a técnicas. A dança moderna tem diferentes técnicas ligadas a vários coreógrafos, como Martha Graham, Doris Humphrey ou José Limon. "A contemporânea não tem essas técnicas, é a liberdade de expressão do bailarino", diz Catarina Marques. Não há mecanismos definidos, há antes processos e formas de criação. Parte-se de métodos "desenvolvidos por bailarinos modernos, como improvisação, contacto-improvisação" para uma construção personalizada da criação.

O bailarino contemporâneo tem um papel mais autónomo e interventivo na coreografia. "Antes, o coreógrafo dava um movimento ao bailarino e ele decorava-o e trabalhava-o. Agora dão temas, estímulos - que podem ser objectos, músicas - para o bailarino criar". O coreógrafo produz a partir do discurso do intérprete.
Apesar da ruptura com os artifícios do ballet, a linguagem própria da dança contemporânea não deixa de integrar referências clássicas. "Um bom bailarino contemporâneo tem de ter por base a dança clássica, a técnica, para depois se puder libertar", salienta Catarina Marques. Uma coreografia contemporânea não tem a harmonia estética de uma clássica. Mas os movimentos "têm primeiro de ser limpos para depois poderem ser sujos intencionalmente".

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

PETRÓLEO SERVE PARA BANHO TERAPÊUTICO

O Azerbaijão, país na fronteira entre Europa e Ásia, é um grande produtor de petróleo, exportando milhões de barris a cada ano. O óleo negro é tão abudante que moradores do oeste do país começaram a usar o produto como tratamento para dores nas articulações.
Um spa local oferece, entre diferentes opções de tratamento, um banho de imersão em petróleo. O paciente deve ficar no máximo dez minutos na banheira cheia de petróleo para não alterar seu ritmo cardíaco. Segundo funcionários do estabalecimento, o óleo é mantido na banheira a 40°C.
Usuários descrevem a experiência como um banho quente e relaxante. Especialistas locais sustentam que o petróleo da região é rico em naftalina, químico que garante o poder de cura em casos de dores nas articulações. Mas cientistas ao redor do mundo alertam para o potencial cancerígeno da naftalina.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

DANÇA DE RUA

As primeiras influencias surgiram na época da grande crise econômica dos EUA, em 1929, quando os músicos e dançarinos que trabalhavam nos cabarés ficaram desempregados e foram para as ruas fazer seus shows.
Em 1967, o DJ kool D.J Herth lançou essa dança através do Funk (não confundir com o funk carioca.).
O Breaking, uma das vertentes dos Street Dances, explodiu nos EUA em 1981 e se expandiu mundialmente. No Brasil, os dançarinos incorporaram novos elementos à dança.

Existem dois tipos de street dances:
  1. Street dances vinculada a Cultura Hip Hop, grupos ou crews;
  2. Street dances vinculada às academias e estúdios de dança.
Podemos caracterizar o Street Dances como:
  • Um trabalho de coordenação motora com ritmo e musicalidade;
  • Um ritmo,onde se dá mais atenção aos movimentos fortes e enérgicos executados pelos braços, pernas, movimentos acrobáticos coreografados, saltos e saltos mortais.
  • Uma dança com maioria de dançarinos homens, porém hoje encontra-se um maior espaço para as mulheres.
  • São usadas músicas que tenham batidas fortes e marcantes,algumas músicas eletrônicas e em geral músicas cantadas em cima dos breakbeats.
A Street Dances quando vinculada ao movimento Hip Hop (Hip do inglês - quadril; Hop - pulo) toma um outro sentido na história e em sua formação.
Existem vários estilos de dança dentro do Hip Hop temos:
  1. O Breaking, executados pelos B.Boys ou B.Girls
  2. O Locking, executados por lockers
  3. O Popping, executado por poppers
  4. O Hip Hop Dance (New School Hip Hop Dance), executado pelos hip hoppers
  5. As Social Dances (passinho de dança de dançeteria)
O "Break Beat" é a batida de fundo repetitiva muito conhecida pelos Mcs em seus shows, os Djs entram e tocam a música e os dançarinos (b.boys ou b.girls) fazem a sua dança nessa batida da música.
Difere-se do Hip Hop Dance que neste caso utiliza-se das danças sociais conhecidas como, harlem shake, happy feet, monastery e etc. Em outras palavras, o Hip Hop é um estilo de dança mais dinâmico, já que este veio de outras danças sociais.
Uma das grandes características vinculada ao Hip Hop é a improvisação, que algo momentâneo e acontece com mistura de linguagens entre, encenação teatral, mímica e dança. Tem o seu nascimento nos Estados Unidos da América, o leste e o oeste norte americano tem expoentes diferentes de estilos e de representantes no Street Dances.
O precursor do Hip Hop Dance nos EUA foi Buddha Stretch junto ao seu grupo Elite Force Crew, a partir de 1984 iniciou-se a manifestação do Hip Hop Dance. Stretch também foi o primeiro coreógrafo na cidade de Nova Iorque a ministrar uma aula de Hip Hop na consagrada BROADWAY DANCE CENTER.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

TERAPIA GENÉTICA

Na maioria dos estudos a respeito de terapia genética, um gene "normal" é inserido no genoma para substituir um gene "anômalo" causador de doença. Uma molécula transportadora, chamada vetor, precisa ser usada para se enviar o gene terapêutico para as células-alvo do paciente. Atualmente, o vetor mais comum é um vírus que foi geneticamente alterado para transportar DNA humano normal. Vírus evoluíram de forma a encapsular e transportar seus genes para células humanas, causando doenças. Cientistas tentaram aproveitar essa capacidade e manipular o genoma dos vírus, removendo os genes causadores de doença e inserindo genes terapêuticos.
Células-alvo, tais como células do fígado ou dos pulmões do paciente, são infectadas com o vetor. O vetor, então, descarrega seu material genético, contendo o gene terapêutico humano, na célula-alvo. A produção de proteínas funcionais pelos genes terapêuticos restauram as células-alvo a um estado de normalidade.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

TERAPIA FLORAL


OBJETIVOS:
- Purificar a alma
- "Criar saúde"
- Estimular o auto conhecimento
- Dar maior estabilidade à personalidade
- Ampliar a resistência contra perturbações emocionais e psicossomáticas
- Prevenir doenças físicas
- Reforçar tratamentos médicos homeopáticos ou alopáticos
- Ajudar o organismo se curar, resgatando virtudes, despertando talentos e desenvolvendo no indivíduo seu potencial latente de manter seu próprio bem estar.

É importante dizer que apesar dos Remédios Florais não terem nenhuma contra indicação, provocam reações típicas de catarse e , por isso, sugere-se que sejam administrados e acompanhados por um Terapeuta Floral.

Vale ressaltar que a Terapia Floral não substitui o tratamento médico e é de grande importância que os interessados saibam essencialmente o que é terapia floral antes de aceitar ou negar esta forma holística de tratamento.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

FLAMENCO E A DANÇA-TEATRO

 Conceito de DANÇA-TEATRO vem sendo desenvolvido e modificado a partir das inúmeras experiências desenvolvidas em torno do assunto.
Rudolf Laban e Pina Baush tornaram-se os representantes das primeiras iniciativas de categorizar uma expressão cênica que não conseguia se restringir nem a categoria da dança exclusivamente, nem a do teatro.

Apesar de muitos ainda tentarem transformar o conceito de DANÇA-TEATRO ou TEATRO-DANÇA num código de movimentos ou de expressão fixo, e passarem a reproduzir mimeticamente os resultados da pesquisa de Pina Baush, por exemplo, a DANÇA-TEATRO pode ser encontrada através dos mais diversos códigos de expressão cênica.

Não é possível determinar tão precisamente os limites dessa “categoria” uma vez que sua essência designa justamente o trânsito “livre” entre os limites do teatro e da dança, como eram vistos. Ou seja, a manifestação cênica que se coloca naquela região de intersecção entre o teatro e a dança acaba por propor uma abordagem de DANÇA-TEATRO ou TEATRO-DANÇA.

Talvez a inserção de textos poético/dramáticos na boca de bailarinos, talvez a composição coreográfica aplicada às ações de atores, ou um teatro sem palavras ou uma dança com personagens, enfim, muitas são as possibilidades que permitem a exploração dos limites entre as artes cênicas. Se a exploração parte do campo da área teatral em direção a dança parece encontrar a categoria de TEATRO-DANÇA, se acontece o contrário, é a dança que busca se apoderar dos elementos teatrais, ganha o conceito de DANÇA-TEATRO. Limites sempre tênues e relativos.

É como DANÇA-TEATRO que se caracteriza a dança flamenca. Não porque se assemelhe a qualquer iniciativa já encontrada nessa categoria, o flamenco vai de encontro ao conceito da DANÇA-TEATRO por sua própria natureza expressiva.

Mas apesar desse potencial o flamenco precisou amadurecer sua linguagem para que sua dança ganhasse a amplitude expressiva da DANÇA-TEATRO. Só na atualidade, no chamado flamenco moderno essa situação se concretizou.
Com certeza as tentativas de fusão entre o flamenco e outras linguagens da dança e da ação teatral, geraram tanto possibilidades mais híbridas para a dança flamenca, como também colaboraram no amadurecimento da própria linguagem de movimento específica do flamenco.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

FRASE DO DIA

"A saúde é o resultado não só de nossos atos como também de nossos pensamentos." (Mahatma Gandhi)

domingo, 16 de janeiro de 2011

Um pouco sobre a Dança do Ventre

A origem da Dança do Ventre é bastante polêmica, onde são muitas as versões e contradições. Uma das hipóteses mais aceitas é que ela tenha se originado no Antigo Egito vinda de rituais ligados à fertilidade da terra e da mulher.
Originalmente o nome da Dança do Ventre é Racks el Sharqi, cujo significado do árabe é Dança do Leste. Posteriormente este nome foi traduzido pelos franceses como Danse du Ventre e pelos norte-americanos como Belly Dance. Chegou
A história da Dança do Ventre no Brasil ainda é recente, datando de aproximadamente uns cinquenta (50) anos para cá. E pode-se dizer que provavelmente ela teve seu início quando os primeiros árabes aqui chegaram.
A bailarina Patrícia Bencardini em seu livro nos diz que: “A partir dos anos 50, uma grande população muçulmana entrou no Brasil, vindos de diferentes regiões do Oriente Médio. E, na década de setenta do século XX, novos imigrantes libaneses vieram para o Brasil fugindo da guerra civil, quando muitos encontraram parentes distantes que vieram no começo do século”.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

SAMBA ROCK

Samba-rock é um tipo dança que surgiu da criatividade dos frequentadores dos bailes em casas de família e salões da periferia de São Paulo no final da década de 60 começo da década de 70 mesclando se os movimentos do rock and roll (hoje rockabilly) com os passos do Samba de gafieira ao som das equipes a despeito deste ou daquele ritmo importando tão somente o tempo da música em relação à dança.
Na primeira metade da década de setenta fora chamado por diversos nomes Sambalanço, Swing, Rock Samba, e finalmente Samba-rock por causa do lançamento da primeira coletânea que continham músicas que eram tocadas nos bailes de samba-rock e regravadas especialmente para estes bailes.
A primeira coletânea lançada em 1978 e que se chamava “Samba Rock o Som dos Black`s” deu início a uma nova era para o samba-rock onde eram re-gravados vários sucessos de bailes da época fazendo com que fosse mais fácil o acesso a essas músicas que ate então eram músicas fora de catálogo e difíceis de se encontrar
Tornando assim o Samba-rock mais conhecido na grande São Paulo e outros estados.
A forma de se dançar samba-rock foi sendo aprimorada com os festivais de dança de onde os dançarinos disputavam entre si para ver quem era o melhor.
As disputas entre os dançarinos de samba-rock seguiam os mesmo moldes do filme “Embalos de Sábado à Noite” onde tínhamos o júri técnico formado primeiramente por aqueles que se julgavam serem os melhores dançarinos da época e que julgavam a parte técnica da dança tempo contra tempo, erros, passos inéditos, quantidades de passos, qualidade dos passos e dificuldades dos passos, em alguns festivais tinha-se também o chamado júri popular onde se escolhiam alguns frequentadores destes bailes para junto com o júri técnico escolherem os melhores em uma escala de um a dez ou de dez a cem.
Lembrando que as regras e o formato destes festivais variavam de bairro para bairro ou mesmo vila para vila.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

MAIS UM CARNAVAL SE APROXIMA

Já reparou o que você faz quando ganha um presente que tanto queria, ou seu time faz um gol, ou recebe uma notícia que deixa você muito feliz? Pula de alegria, não é? Você faz isso porque está obedecendo a um ritmo interno, e seu corpo se movimenta para expressar esse sentimento.
Assim surgiu a dança: pela necessidade de o homem pôr para fora suas emoções. Antes de procurar se comunicar com palavras, as pessoas já se expressavam com movimentos corporais. Por isso, a dança é considerada a mais antiga das artes, e talvez a mais completa também, pois quem dança ao mesmo tempo cria um movimento e o expressa através do próprio corpo.
E não é só isso! A dança sempre teve grande presença e importância na vida do homem, pois o acompanha ao longo da sua história - desde os rituais dos povos primitivos, passando por acontecimentos sociais e religiosos, e influenciando até nas festas dos dias de hoje, como o carnaval, por exemplo.

Fonte: http://www.canalkids.com.br/

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

DANÇA DE SALÃO

Dança de salão refere-se a diversos tipos de danças executadas por um casal de dançarinos.

As danças de salão são praticadas socialmente, como forma de entretenimento, integração social e competitivamente como Desporto. No Brasil, são praticadas algumas danças de salão, e entre elas: o forró, o samba de gafieira, o soltinho, o bolero, o tango, o zouk, a lambada, a salsa . Alguns dos tipos de dança de salão foram desenvolvidas no Brasil, como, por exemplo: o forró (do Nordeste), o samba de gafieira, o maxixe entre outras. Internacionalmente, para fins de competição, o termo dança de salão se restringe a certas danças, de acordo com as categorias -- International Standard e International Latin -- definidas pelo Conselho Mundial de Dança (WDC, na sigla em inglês). As danças praticadas nesses estilos são: a valsa lenta (ou valsa inglesa), o tango internacional (diverso do tango argentino), a valsa (também chamada de valsa vienense), o foxtrote e o quickstep (International Standard); o samba (diferente das modalidades de samba brasileiro), o chachachá, a rumba, o paso doble e o jive (International Latin).

A dança de salão tem origem nos bailes das cortes reais na européias, tomando forma na corte do Rei Luís XIV, na França. É possível que o abraço lateral venha do fato de que, na época, os soldados carregavam a espada no lado esquerdo, como é mostrado nas imagens de Il Ballarino, de Fabrittio Caroso. Também era evidente a postura clássica, ereta e com o torso fixo, como no balé, que tem a mesma origem.

A dança de casal foi levada pelos colonizadores para as diversas regiões das Américas, onde deu origem às muitas variedades, à medida que se mesclava às formas populares locais: tango na Argentina, maxixe, que deu origem ao samba de gafieira, no Brasil, a habanera, que deu origem a diversos ritmos cubanos, como a salsa, o bolero, a rumba etc.

Nos Estados Unidos, o swing surgiu de grupos negros dançando ao som de jazz no início dos anos vinte. As primeiras danças criadas foram o charleston e o lindy hop. Essas deram origem a vários outros tipos de danças americanas, como o jitterbug, o balboa, o west coast swing e o east coast swing. Existe uma versão brasileira semelhante ao swing chamada soltinho.

No Brasil, oito ritmos são os mais praticados, tanto nos bailes quanto nas escolas especializadas, sendo eles: bolero, soltinho, samba, forró, lambada,zouk, salsa e tango.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

DANÇAS FOLCLÓRICAS DO BRASIL

Samba de Roda
Estilo musical caracterizado por elementos da
cultura afro-brasileira. Surgiu no estado da Bahia, no século XIX. É uma variante mais tradicional do samba. Os dançarinos dançam numa roda ao som de músicas acompanhadas por palmas e cantos. Chocalho, pandeiro, viola, atabaque e berimbau são os instrumentos musicais mais utilizados.

Maracatu

O maracatu é um ritmo musical com dança típico da região pernambucana. Reúne uma interessante mistura de elementos culturais afro-brasileiros,
indígenas e europeus. Possui uma forte característica religiosa. Os dançarinos representam personagens históricos (duques, duquesas, embaixadores, rei e rainha). O cortejo é acompanhado por uma banda com instrumentos de percussão (tambores, caixas, taróis e ganzás).

Frevo

Este estilo pernambucano de carnaval é uma espécie de marchinha muito acelerada, que, ao contrário de outras músicas de carnaval, não possui letra, sendo simplesmente tocada por uma banda que segue os blocos carnavalescos enquanto os dançarinos se divertem dançando. Os dançarinos de
frevo usam, geralmente, um pequeno guarda-chuva colorido como elemento coreográfico.

Baião

Ritmo musical, com dança, típico da
região nordeste do Brasil. Os instrumentos usados nas músicas de baião são: triângulo, viola, acordeom e flauta doce. A dança ocorre em pares (homem e mulher) com movimentos parecidos com o do forró (dança com corpos colados). O grande representante do baião foi Luiz Gonzaga.

Catira

Também conhecida como cateretê, é uma dança caracterizada pelos passos, batidas de pés e palmas dos dançarinos. Ligada à cultura caipira, é típica da região interior dos estados de São Paulo, Paraná,
Minas Gerais e Goiás e Mato Grosso. Os instrumento utilizado é a viola, tocada, geralmente, por um par de músicos.

Quadrilha

É uma dança típica da época de
festa junina. Há um animador que vai anunciando frases e marcando os momentos da dança. Os dançarinos (casais), vestidos com roupas típicas da cultura caipira (camisas e vestidos xadrezes, chapéu de palha) vão fazendo uma coreografia especial. A dança é bem animada com muitos movimentos e coreografias. As músicas de festa junina mais conhecidas são: Capelinha de Melão, Pula Fogueira e Cai,Cai balão.

Fonte: suapesquisa.com

domingo, 9 de janeiro de 2011

Dança e educação


Rodrigo Amorim(2000) considera a educação como evolução e transformação do indivíduo, considerando a dança como um contínuo da Educação Física, expressão da corporeidade e considerando o movimento um meio para se visualizar a corporeidade dos nossos alunos, a dança na escola deve proporcionar oportunidades para que o aluno possa desenvolver todos os seus domínios do comportamento humano e, através de diversificações e complexidades, o professor possa contribuir para a formação de estruturas corporais mais complexas. O educador físico se utiliza da dança mas no aspecto biológico que é sua área de atuação.
É preciso deixar claro que professor de educação física não é professor de dança. Apesar deste profissional se utilizar da dança como instrumento, em academias de ginástica para obter condicionamento físico e melhorar a qualidade de vida por exemplo. Os cursos de Educação Física não formam ou qualificam profissionais de dança, seja o artista bailarino, dançarino ou coreógrafo, embora a dança possa e deva ser usada como conteúdo nas aulas de Educação Física.
O ensino da dança nas escolas brasileiras deve ser abordado dentro do conteúdo Artes, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (fonte www.mec.gov.br)constitui componente curricular obrigatório, contemplando para o ensino fundamental Artes Visuais, Dança, Música e Teatro, e, para o ensino médio, além destas linguagens já citadas, há a inclusão das Artes Audiovisuais. (PCN - BRASIL, 2000, p. 46)
A abordagem da dança dentro do contexto da educação física é complementar e deve auxiliar no preparo físico para que os profissionais de artes possam atuar.
A dança é uma área de conhecimento autônoma, até mesmo dentro das Artes, e é preciso ser respeitada e reconhecida como tal. A formação para professores e artistas de dança é adquirida nos cursos superiores de dança (bacharelados e licenciaturas) e a profissão é regulamentada pela Lei 6.533/78 a Lei do Artista.

A DANÇA E SEUS BENEFÍCIOS

A dança é uma das três principais artes cênicas da antiguidade, ao lado do teatro e da música. Muitas vezes a dança é usada como terapia e com o tempo é possível notar que os benefícios vão muito além do bem-estar físico.
A dança é uma atividade física para todas as pessoas e não existe nenhuma restrição de idade, já que os passos podem ser sempre adaptados às limitações físicas de cada um.


• Ajuda a relaxar;
• Atenua dores;
• Combate o Stress;
• Emagrece, ajuda a perder Peso;
• Fortalece a musculatura;
• Melhora a Capacidade Cardiorrespiratória;
• Melhora a coordenação motora;
• Melhora o condicionamento aeróbico;
• Previne problemas posturais e de artrose;
• Protege as articulações;